KEEPER OF THE LIGHT

LINKS
Portal W11
MOTORNOIZE (CARROS & ROCK N´ ROLL)
SAÚDE BANGERS
SAME JOKE (BANDA DO KENNEDY)
VALINOR
Dúvendor
COMPANHEIRO X
FOTOS DE SATELITE DO BRASIL
Genea Portugal
Highland Page (Sobre a Escocia)
Sobre Gaita de Foles (portugues)

PERFIL

 

 


07/09/2003 04:36
ORIGENS DA FAMÍLIA

Correia de Sá
História

Família descendente de Gonçalo Corrêa, que viveu no seu Couto de Penaboa, junto de Vila Nova de Famalicão, pertencente à ilustre família dos Corrêas, senhores da Honra de Farelães, e de sua mulher Filipa de Sá, filha de Martim de Sá e descendente do célebre João Rodrigues de Sá, o das Galés.

De Gonçalo Corrêa e Filipa de Sá foi filho, entre outros, Salvador Corrêa de Sá que passou ao Brasil com seu tio Mendo de Sá e teve o governo do Rio de Janeiro.
Deste Salvador Corrêa de Sá foi neto um outro Salvador Corrêa de Sá que se distinguiu, a seguir à Restauração de 1640, na recuperação do reino de Angola e no apuramento das minas do Brasil. A ele foi prometida pela regente D. Luisa de Gusmão o título de visconde de Asseca, que veio a verificar-se em seu filho Martim Corrêa de Sá Benevides Velasco, por carta do rei D. Afonso VI datada de 15 de Janeiro de 1666.

Ao 4º visconde de Asseca, também chamado Martim Corrêa de Sá Benevides Velasco, concedeu o rei D. José por decreto de 1 de Junho de 1753, a mercê das honras e prerrogativas de Conde no mesmo título de juro e herdade, dispensada duas vezes a Lei Mental, em troca da cedência para a Coroa da Capitania dos Campos de Goyatacazes, no Brasil.

Armas

Dos viscondes de Asseca: escudo esquartelado: no 1º, Corrêas; no 2º, Sás; no 3º Velascos e no 4º Benevides. Coroa de Conde
Títulos, Morgados e Senhorios
Condes de Figueiró
Condes de Lavradio
Marqueses de Lavradio
Viscondes de Asseca
Viscondes de Merceana

Cargos e Profissões
Engenheiros

Localização

Portugal > Lisboa e Estremadura > Lisboa > Lisboa > Santos-o-Velho
enviada por STRIDER



07/09/2003 02:30
REVIEW DO CD NOVO DO IRON MAIDEN

Dance Of Death (Iron Maiden)

Por Ari Santa Lucia Jr.

Este review foi publicado originalmente na coluna Na Hora do Rock.

Difícil escrever sobre o Iron Maiden, ainda mais quando se trata de um disco novo. A banda é uma religião no Brasil e desde que comecei a escrever no Whiplash recebo pelo menos um e-mail por semana pedindo notícias.

Ouvindo o álbum novo só dá pra constatar uma coisa: o Iron continua imbatível!

Inesperadamente a banda resolveu explorar um lado perigoso e experimentou um pouco nesse cd, o que é uma grata surpresa. Mas não pense que o Maiden mudou, muito pelo contrário. O som é o de sempre, só que há elementos novos.

Tudo bem que aquelas introduções à la “X Factor” continuam lá (fazer o quê...), assim como o terrível timbre de guitarra de Janick Gers, mas as músicas compensam tudo isso.

Sem dúvida o destaque desse cd é Adrian Smith. O maior guitarrista vivo de metal dá uma aula, já que é o responsável pelos melhores arranjos e pelo peso das guitarras (como é bom ouvi-las novamente). Bruce Dickinson também continua um monstro, o que não pode-se dizer de Janick e Nicko. O primeiro é um bom compositor, mas como guitarrista...

Já Nicko continua o mesmo, mas precisa se modernizar, já que suas batidas são sempre as mesmas. Esse álbum poderia ser diferente se ele tentasse coisas novas.

O CD começa mal, com o primeiro single “Wildest Dreams”, que até alguns fanáticos pela banda não gostaram. Alegre demais, é um hard rock sem-vergonha feito pra tocar nas rádios, que ainda bem não reflete o resto do trabalho.

“Rainmaker” vem logo em seguida e arrebenta com tudo. Talvez seja a melhor música do álbum, direta, sem frescura, beirando os quatro minutos, com um riff matador, assim como o refrão. “No More Lies” tem uma letra legal, é grandona (mais de sete minutos) e apesar do começo desanimador, termina como uma locomotiva (já dá pra imaginar o público cantando o refrão aqui no Brasil).

“Montsegur” vai deixar muitos fãs com lágrimas nos olhos, pois tudo lembra a saudosa época dos clássicos “Piece Of Mind” e “Powerslave”. “New Frontier” vai na mesma linha, mas o que chama a atenção mesmo é a faixa-título, outra que beira os oito minutos, sendo épica lembrando “Fear of the Dark”.

“Gates Of Tomorrow” é a pior de todas. A banda já fez essa mesma música pelo menos duas vezes. Janick Gers compôs o mesmo riff de “From Here To Eternity” (de novo!) e Nicko parece tocar bateria com preguiça. Na boa, ela não serve nem pra labo B de single.

Até aí tudo bem, é o Iron de sempre, mas em seguida vem um Iron Maiden que pouca gente conhecia. “Paschandale” é uma das composições mais ousadas e complexas do grupo. Fica até difícil descrever, mas a integração é perfeita nos arranjos nada convencionais e no rítimo quebrado.

Nesse trabalho os caras abusaram dos teclados, como em “Face in The Sand”, outro belo momento do cd que é de arrepiar. Já “Journeyman” é quase toda acústica, coisa que nenhum fã poderia imaginar que a banda faria algum dia.

“Dance Of Death” já nasceu clássico e traz uma banda preocupada em progredir dentro do seu estilo e acertando em cheio. Não é à toa que o Iron é a maior banda de metal no mundo, pois não fez a besteira de virar paródia de si mesmo como aconteceu com o Metallica, que caiu no ridículo.



enviada por STRIDER